segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

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ESCREVER SOBRE ALGUÉM QUE GOSTAMOS DEVERIA SER ALGO MUITO FÁCIL, MAS AGORA, SENTADAS AQUI, PENSANDO EM CADA UM DE VOCÊS, DE NOSSO INFANTIL III, É QUE PERCEBEMOS QUE ESSA É MAIS UMA CHARADA, OU MELHOR, DIZENDO, MAIS UM GRANDE DESAFIO. É, ESCREVER SOBRE VOCÊS, NOSSOS QUERIDOS COMPANHEIROS DE 2011, NÃO É TÃO FÁCIL QUANTO RECEBÊ-LOS NA NOSSA SALA DE AULA DIARIAMENTE, DE BRAÇOS ABERTOS, CHEIOS DE GRANDES NOVIDADES E PRONTOS PARA FAZER INÚMERAS DESCOBERTAS!

DURANTE O ANO FORAM MUITAS RISADAS E INCONTÁVEIS BATE-PAPOS. TAMBÉM NÃO FORAM POUCOS OS CHOROS, AS BRIGAS, OS ENCONTRÕES, OS MACHUCADOS. AFINAL, QUANDO A GENTE CONVIVE, O CONVIVER NÃO É SIMPLES E NEM TÃO POUCO TRANQUILO, MAS... NUNCA TEDIOSO! O QUE VALE É O SALDO FINAL, QUE PARA NÓS, ASSIM COMO PARA TODOS QUE CONVIVERAM COM VOCÊS ESTE ANO, FOI MUITO BOM, MUITO POSITIVO.

SENTIMOS MUITO CARINHO E RESPEITO POR TODOS VOCÊS E ESTE CARINHO VEIO SEMPRE AUMENTANDO MESMO QUE, CERTAS VEZES, ACHAMOS QUE ISSO NÃO PUDESSE ACONTECER MAIS, POIS JÁ ERA ENORME!

clip_image004PORÉM, TER A MARAVILHOSA OPORTUNIDADE DE CONVIVER COM CRIANÇAS COMO VOCÊS, É UM PRESENTE QUE RECEBEMOS TODOS OS DIAS E QUE GUARDAMOS EM NOSSOS CORAÇÕES COM MUITA ALEGRIA!

TENHAM ÓTIMAS FÉRIAS

E UM BOM DESCANÇO.

UM GRANDE BEIJO

MONIZA E ROSANA

DEZ-2011


Ações de Potencialização no PETI: uma experiência de extensão universitária com crianças e adolescentes.
Apresentação Oral em GT
Autor(es): Sharlinny Karina Silva de Lima, Nara Fernandes Lúcio, Giselle Christine Lins Lopes, Maria de Fatima Pereira Alberto
Ações de Potencialização no PETI: uma experiência universitária com crianças e adolescentes
INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como objetivo fazer um relato e análise das atividades desenvolvidas pelo projeto de extensão universitária “Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI): Ações de Potencialização das Crianças e Adolescentes Atendidas nas Ações Sócio-educativas de Convivência” durante o ano de 2011.
O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) é um programa do Governo Federal criado em 1996, com o objetivo de efetivar o que é definido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição Federal em relação à proibição do trabalho infantil. O PETI atende às crianças e aos adolescentes egressos do trabalho e exploração infantil com idade entre 7 e 15 anos e 11 meses, com exceção daqueles nas condições de aprendiz, cuja renda familiar seja de até meio salário mínimo, como também, visa atender às crianças e aos adolescentes que estejam matriculados em escolas e apresentem uma freqüência mínima de 85%, entre outros.
Este programa tem como objetivos: além do combate ao trabalho infantil, melhora dos desempenhos dos participantes na escola através de esportes, educação artística e cultural, orientação, capacitação e geração de renda das famílias envolvidas; a articulação com as instituições escolares e a capacitação constante da equipe técnica. Proporciona ainda, a formação da cidadania e da conscientização dos indivíduos envolvidos nessa atividade e da comunidade acerca dos seus direitos.
A extensão pretende dar continuidade a uma proposta de trabalho que vem sendo desenvolvido na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desde 2001, pelo núcleo de Pesquisas e Estudos Sobre o Desenvolvimento da Infância e Adolescência (NUPEDIA), o Projeto Universidade e Cidadania (UNICIDADANIA) que tinha como objetivo, através da extensão, trabalhar na formação de profissionais para atuar na área do trabalho infantil e no resgate dos direitos humanos, tendo em vista a identificação do despreparo dos profissionais que atuavam nessa área, bem como do conhecimento resultante de pesquisas feitas com crianças e adolescentes trabalhadoras, cuja conclusão foi de que o PETI diminuía, mas não conseguia de fato erradicar o trabalho infantil, conforme dados apresentados pela Organização Internacional do Trabalho (2008), os quais afirmam que o número de crianças e adolescentes trabalhando na faixa de 5 a 17 anos em 2003, era de 5,1milhões; em 2004, 5,3 milhões; em 2005, 5,9 milhões; em 2006, 5,3 milhões e em 2007, 4,8 milhões.
Desse modo, em 2008, 2009 e 2010 retomou-se a extensão, mas desta vez, a sua atuação voltou-se para as crianças e adolescentes. Tendo como principal objetivo a potencialização das mesmas; a desnaturalização do trabalho infantil; contribuir para a formação da cidadania de crianças e adolescentes egressas do trabalho infantil; desenvolver junto aos mesmos uma cultura de protagonismo; tentar desenvolver através do programa de extensão universitária da UFPB (PROBEX) a formação de futuros psicólogos a partir da atuação da Psicologia Social nos moldes da Psicologia Comunitária.
A experiência desenvolvida nesses últimos dois anos permitiu o avanço na compreensão da necessidade do trabalho em Rede. Sendo assim, no projeto de 2011 realiza-se o levantamento do histórico de cada uma das crianças, posteriormente o agrupamento delas por demandas semelhantes, e a partir desse histórico os extensionistas e o coordenador do projeto reúne-se em Rede para refletir e planejar a atuação nos casos visando uma ação conjunta com a escola e a família na busca por garantir os direitos das crianças e adolescentes.
A atuação da extensão ocorre uma vez por semana em dois núcleos, através de oficinas com crianças e adolescentes, estendendo-se para o trabalho com as famílias, a escola e as redes de instituições sócio-assistenciais e de garantia de direitos. Semanalmente realiza-se também uma reunião entre a equipe de extensionistas e o coordenador do projeto para supervisão, planejamento e avaliação das atividades