domingo, 17 de dezembro de 2017


Caixa de texto: Texto I
A cigarra e as formigas
No inverno, as formigas estavam fazendo secar o grão molhado, quando uma cigarra faminta lhes pediu algo para comer. As formigas lhe disseram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?” A cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava melodiosamente”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança
agora no inverno. A fábula mostra que não se deve negligenciar em nenhum trabalho, para evitar tristeza e perigos.
Fonte: Esopo. Fábulas. Porto Alegre: L&M Pocket, 1997.

Texto II
Muita comoção e tristeza no adeus à Cigarra
Milhares de insetos compareceram, ontem, ao enterro da Cigarra. Muita tristeza e revolta marcaram o adeus à maior cantora que a Floresta já teve. Várias manifestações de carinho aconteceram durante toda a cerimônia. O prefeito Lagarto e a primeira dama Borboleta compareceram ao funeral. Eles pediram às autoridades pressa nas investigações para que o verdadeiro culpado pela morte da cantora seja punido. O público não deixou de homenagear sua querida artista. Os fãs entoaram os sucessos da Cigarra que faziam a alegria dos habitantes da Floresta durante o verão. Um outro grupo erguia faixas de protesto chamando a principal suspeita da morte, a Formiga, de cruel e de egoísta. Nenhuma formiga foi vista no enterro.
Fonte: Donizete Aparecido Batista – Professor da Rede Pública do Estado do Paraná.

6. Os dois textos apresentam:
a) O egoísmo da formiga.
b) A morte da cigarra cantora.
c) A fome da formiga.
d) O trabalho da formiga.

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