domingo, 26 de novembro de 2017

LINHA DO TEMPO – A EDUCAÇÃO INFANTIL NO BRASIL
©      1875:
Criação do 1º Jardim de Infância, no Rio de Janeiro de influência froebeliana, particular, com o nome de Colégio Menezes.

©      1877:
Criação do 2º Jardim de Infância em São Paulo, Escola Americana (atualmente Colégio Mackenzie), particular.

©      1896:
Criação do 1º Jardim de Infância Público em São Paulo, escola Normal Caetano de Campos.

Linha do Tempo - A Educação Infantil
Educação infantil: Uma história, várias idéias
Inicialmente destaco do texto alguns apontamentos históricos anteriores a linha do tempo no Brasil:
Comenius (1592 - 1670) um dos primeiros a reconhecer a importância e o valor da infância para o desenvolvimento do homem.
Rosseau (1712 - 1778) chama a atenção para as necessidades da criança em cada fase de seu desenvolvimento, a educação deveria constituir-se na própria vida.
No método pestalozziano (Pestalozzi 1746 - 1827) destacam-se a intuição, o saber, o saber fazer, o poder e o amor.
Froebel (1782 - 1852) a pré-escola deve propiciar o desenvolvimento máximo da criança e sua integridade social.
No Brasil, desde seu aparecimento até a década de 70, a função da pré escola tem uma visão assistencialista. Numa segunda fase (década de 70 e 80) tem predomínio da função compensatória - ações e projetos destinados às crianças pobres com o objetivo de compensar suas carências econômicas e sociais e atender o maior número de crianças. E em um terceiro momento, com a promulgação da constitução de 88, tem-se a concepção da criança como cidadã, sob o eixo do cuidar e educar.
Os desafios da formação de professores
Por Mozart Neves Ramos - Todos Pela Educação em 01/06/2013
Um dos maiores desafios da Educação brasileira — no curto, médio e longo prazos — está, sem dúvida, relacionado à formação de professores e, em especial, à valorização da carreira do magistério.
Hoje, apenas 2% dos jovens querem seguir a carreira docente, e sobram razões para isso: salários injustos, ausência de planos de carreira, o descaso ou a pouca prioridade dada aos cursos de licenciatura pelas universidades — normalmente, tratadas como os “primos pobres” dos bacharelados — e as difíceis condições de trabalho nas escolas e, muitas vezes, no entorno delas. Assim, não surpreende o desinteresse dos jovens brasileiros em seguir essa carreira tão importante para qualquer país que deseja ter um futuro sólido e saudável.