Fonte: educaja.com.br

domingo, 2 de dezembro de 2018
domingo, 18 de novembro de 2018
Horário de verão
É adotado no Brasil desde a década de 1930, tendo
sido inventado por Benjamim Franklin no século XVIII.
Durante
a primavera e o verão, em grande parte do Brasil, os dias são
mais longos do que as noites, ou seja, o sol surge mais cedo (alvorecer,
amanhecer) e põe-se mais tarde (entardecer). Para aproveitar melhor a luz
natural, foi instituído o Horário Brasileiro de Verão que é
o adiantamento do relógio em uma hora em relação ao horário legal.
Para
que serve o horário de verão?
O horário de verão serve para
minimizar a sobrecarga de consumo durante alguns picos diários. As horas de
maior consumo de energia do dia (final da tarde) ocorrem quando as pessoas
chegam em suas casas e ligam o chuveiro elétrico, a TV e outros equipamentos
eletrônicos, aumentando a demanda de energia.
O Horário Brasileiro de Verão em 2018 começa
à zero hora do domingo, dia 04/11/2018, e termina à zero hora do
domingo do dia 17/02/2019.
Em quais estados se aplica o Horário de Verão?
O Horário
de Verão no Brasil é aplicado por decreto nas regiões Sul,
Sudeste e Centro-Oeste, portanto, nos seguintes estados:DF (Distrito
Federal), ES (Espírito Santo), GO (Goiás), MG (Minas
Gerais), MT (Mato Grosso), MS (Mato Grosso
do Sul), PR (Paraná), RJ (Rio de
Janeiro), RS (Rio Grande do Sul), SC (Santa
Catarina) e SP (São Paulo).
|
PROJETO: NÃO FALE PALAVRÃO
O palavrão é um fenômeno de linguagem
revestido de tabu. Embora pertença à categoria gíria, desta se distingue porque
tem caráter ofensivo, chulo, obsceno, agressivo e imoral. São formas
inadequadas para a norma culta e mais comumente presentes na linguagem oral
popular e coloquial.
Os palavrões são classificados em
três categorias:
1. Pessoal: insulto com o
objetivo de agredir o outro;
2. Ritual: insulto sem intenção de
magoar o outro, mas com o propósito de chamar atenção para a pessoa e não para
o significado do palavrão;
3. Solidário: insulto que marca
proximidade entre indivíduos, tendo em vista que as expressões faciais e os
gestos tanto do locutor quanto do receptor não deixam transparecer tenção
durante o diálogo.
Embora a evolução da linguagem
indique que o palavrão está sendo utilizado com mais permissividade em certos
espaços sociais, ele ainda não é aceito e providências são tomadas para conter
o seu uso. Ainda que se trate de textos ou obras escritas para adolescentes, os
vocábulos vulgares são evitados, mantendo certa flexibilidade em relação a
palavrões menos agressivo ou imoral. Os palavrões impossibilitam uma boa
comunicação e enfraquece a capacidade argumentativa. Cabe à escola propiciar
aos jovens um espaço para reflexão lingüística e prepará-los para momentos em
que não poderão se comunicar de forma vulgar.
NOME:
_______________________________________________________ 4ºANO A
ATIVIDADE DE ESCRITA ESPONTÂNEA
·
QUAL
FOI A MAIOR DEMONSTRAÇÃO DE AMIZADE QUE VOCÊ JÁ RECEBEU?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
QUAL
FOI A SITUAÇÂO MAIS EMBARAÇOSA QUE VOCÊ JÁ PASSOU POR CONTA DE UMA MENTIRA?
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
SE
PUDESSE FAZER UMA VIAGEM NO TEMPO,VOCÊ ESCOLHERIA O PASSADO OU O FUTURO? Por
quê?
___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
O
QUE VOCÊ FAZ QUE MAIS IRRITA AS PESSOAS?
____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
QUAL A PROFISSÃO QUE VOCÊ JAMAIS GOSTARIA DE
EXERCER? POR QUÊ?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
SE
FOSSE POSSÍVEL SABER A IDADE EM QUE VOCÊ VAI MORRER,VOCÊ GOSTARIA DE SABER? POR
QUÊ?
·
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
·
SE VOCÊ PUDESSE SER DEUS POR UM DIA, PARA
REALIZAR UM ÚNICO ATO EM FAVOR DO MUNDO,O QUE VOCÊ FARIA?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Fonte:
Internet
A causa da chuva
Não chovia há muitos
e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia chover
logo, outros diziam
que ainda ia demorar. Mas não
chegavam a uma conclusão.
— Chove só quando a água cai do telhado de meu galinheiro - esclareceu a galinha.
— Ora, que bobagem!
- disse o sapo de dentro da lagoa. - Chove quando a água da lagoa começa a borbulhar suas gotinhas.
— Como assim? - disse a lebre. - Está visto
que só chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair as gotas d'água
que têm dentro.
Nesse momento começou a chover.
— Viram? - gritou a galinha. - O telhado de meu
galinheiro está pingando. Isso é
chuva!
— Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando?
- disse o sapo.
— Mas, como assim? - tornou a lebre - Parecem cegos! Não
vêem que a água cai das folhas das árvores?
1. O
trecho do texto que indica um fato é:
(A) “...começou a chover.”
(B) “... diziam que ia demorar...”
(C) “... que bobagem!”
(D)“... diziam que ia
chover...”
2. A
ideia central do texto é apresentar uma discussão sobre:
(A) o telhado do galinheiro.
(B) a chuva.
(C) a água da lagoa.
(D) as folhas das árvores.
3. A
inquietação dos animais tem como causa:
(A) a necessidade de águas nas árvores do lugar.
(B) a expectativa de chuva no verão na lagoa.
(C) a ausência de água na lagoa onde moravam.
(D) a falta de chuvas no lugar onde moravam.
Millôr Fernandes
FONTE: INTERNET
ATIVIDADE
DE MATEMÁTICA
VAMOS VIAJAR NO MUNDO DA FANTASIA
No
jardim encantado, perto da casinha dos 7 anões, vive uma porção de
bichinhos.São todos miudinhos, leves,arteiros e espertos.
No
tronco da grande árvore vive uma família de 12 caracóis e outra de 9
centopéias.
Nas
folhas há 20 formiguinhas cortadeiras , 6 cigarras e 8 borboletas muito
coloridas.
Nas
flores passeiam colhendo alimentos,22 abelhas , 6 besouros e 10 joaninhas,
cheias de bolinhas luminosas.
Pelos
furinhos da terra, perto das raízes, há minhocas,não se sabe quantas .
Quando
Zangado passa todos fogem,mas,se Dunga se senta numa pedra e começa a contar,ai
todos os bichinhos se aproximam.Vamos ajudá-lo.
a)
Quantos animai há no tronco da árvore
?___________________________
b)
Quantos animais hás nas
folhas?_________________________________
c)
Quantos animais há nas
flores?__________________________________
d)
E perto das
raízes?____________________________________________
e)
Por que será que quando Zangado passa
todos fogem?
____________________________________________________________________________________________________________________________
f)
Quantos animais há no Jardim
Encantado?_________________________
________________________________________________________________
Descubra:
a) Duas “coisas”em seu corpo que chegam a 1
dezena.
________________________________________________________________
b) Duas “coisas”em seu corpo que chegam a 2
dezenas.
________________________________________________________________
c) Uma “coisa”em seu corpo que passa muito de
9 dezenas .
________________________________________________________________
d) Some os animais das folhas com os animais
do tronco da grande árvore.
________________________________________________________________________________________________________________________________
e)Subtraia os animais das flores com os das
folhas .
PROJETO LEITURA E ESCRITA
Justificativa:
A leitura e a escrita na perspectiva freiriana é
indispensável para uma educação crítica e cidadã. Além de poderosos meios de
comunicação que guardam consigo muito do conhecimento acumulado, são
habilidades indispensáveis para o pleno convívio social.
Objetivos:
Esclarecer quanto à importância de ler e escrever;
Conscientizar quanto ao caráter interpretativo do
ato;
Aprender a interpretar e desenvolver esta
capacidade;
Desenvolver raciocínio lógico;
Exercitar disciplina e respeito;
Conscientizar e humanizar, buscando formar sujeitos
críticos que exerçam plenamente sua cidadania.
Desenvolvimento:
Faça uma sondagem previamente, buscando verificar
quanto conhecimento prévio eles trazem consigo, o que já conseguem decodificar
(ler) e reproduzir (escrever);
Use de todos os meios didáticos e interativos
possíveis para familiarizá-los com o tema em sua apresentação;
Folhear revistas, livros, roda de leitura, recorte e
colagem, ditado, completar as lacunas nas letras, nas palavras, nas frases,
etc;
Cantar e assistir filmes;
Realizar brincadeiras dirigidas, como gincanas e
jogos, envolvendo letras, palavras, sílabas;
O QUE QUER DIZER? – Nesta atividade, faça com que
encontrem o significado de palavras, frases e etc., para reforçar a capacidade
interpretativa.
COMO EU FALO… – Aqui, reúna os erros de comunicação
mais comuns entre eles e ensine a forma correta de se expressar, melhorando a
comunicação.
VERDADE OU MENTIRA – Esta brincadeira dirigida
consiste em dividir os alunos em grupos, onde cada grupo dirá frases
previamente escolhidas (você pode confeccioná-las em cartões feitos com papel
mais duro), e o outro terá de adivinhar se é verdade ou mentira.
Fonte: https://escolaeducacao.com.br/projeto-leitura-e-escrita/
domingo, 8 de julho de 2018
PROJETO
VALORES E AMIZADE NA ESCOLA E FORA DELA.
JUSTIFICATIVA:
A escola é um espaço
social privilegiado na construção do conhecimento humano. Não há como crescer
no cognitivo se não houver a relação entre as pessoas. É na relação que os
valores tornam-se relevantes.
Desde a educação
infantil os verdadeiros valores precisam ser abordados, no sentido da
construção da personalidade da criança. Toda pessoa está em processo de
constante aprendizagem.
Nessa fase a criança
recebe uma bagagem de conhecimento que a levará para a vida com segurança.
Os valores se constroem
no convívio com o outro, nas ações do dia a dia e nós educadores precisamos
assumir esse compromisso planejando atividades para refletir junto às crianças,
sobre o comportamento humano, agindo em prol do bem comum, descobrindo a
amizade, o respeito e a partilha.
OBJETIVO
GERAL:
Ø Oportunizar
a criança, através de ações diárias, situações que o levem a desenvolver
relações de amizade, para a construção do respeito, partilha e coleguismo.
OBJETIVOS
ESPECÍFICOS:
Ø Oportunizar
a criança diferentes situações lúdicas, para que através da convivência em
grupo possa desenvolver a sociabilidade, autonomia, cooperação, respeito e
solidariedade.
Ø Incentivar
a criança a expressar seus pontos de vista com clareza.
Ø Oportunizar
a criança hábitos de colaboração, de partilha e respeito ao outro.
Ø Estimular
atitudes de respeito pelo “Eu” e pelo “Outro” e pelo meio ambiente, a fim de
estabelecer uma relação harmônica na vida.
Ø Oportunizar
dinâmicas que possibilite a criança valorizar e participar de brincadeiras,
demonstrando atitudes de amizade, cooperação e respeito, visando o bem estar do
grupo.
Ø Transmitir
valores como autoestima, paz, respeito às diferenças, amor ao próximo, amizade
e solidariedade, visando contribuir na formação do caráter da criança.
Ø Compromissar-se
com a missão da escola.
Ø Conhecer
e vivenciar os valores estabelecidos na proposta pedagógica.
Ø Propiciar
o desenvolvimento de valores indispensáveis à formação humana.
Ø Intensificar
o trabalho de valores, consciente do papel social da escola, oportunizando as
reflexões e atitudes que visem o bem estar da criança.
Ø Compreender
a necessidade de conviver com as pessoas, adotando atitudes de respeito.
Ø Melhorar
o comportamento na sala de aula, criando regras de convivência e dinâmicas que
possibilitem a boa interação entre as crianças.
ESTRATÉGIAS:
Ø Conversas,
relato de experiências – ajuda ao outro.
Ø Literaturas
sobre o tema – fábulas.
Ø Notícias
de jornal ou TV, textos informativos.
Ø Dinâmicas,
dramatizações, historias, registros através de desenhos.
Ø Montagem
de livrinhos.
CONTEUDOS
CONCEITUAIS:
Ø Pensar
sobre o que significa colaborar com as pessoas.
Ø Perceber
hábitos importantes da vida cotidiana, que vão ajuda-lo a ser uma pessoa
agradável com os outros.
Ø Convidar
a criança a pensar sobre a importância de estar sempre atento.
Ø Fazer
com que a criança assuma responsabilidades, sem ter medo , fazendo-a pensar
sobre o que significa ser honesto.
Ø Fazer
com que a criança preste atenção nas regras de convivência, fazendo-a pensar
sobre o respeito que você tem pelos outros e por si mesmo.
DESENVOLVIMENTO
A metodologia foi
construída a partir da constatação de que valores como respeito, honestidade,
humildade, tolerância, simplicidade, cooperação e outros foram deixados de lado
pela família e pela sociedade atual, não fazendo mais parte do cotidiano das
crianças.
Projetos que visem a
discutir e apresentar esses valores às crianças da Educação Infantil, de
maneira compreensível, pode ajudar a minimizar as manifestações de preconceito
e desigualdade, alargando a visão de mundo dos elementos do grupo.
Por isso, consideramos
imprescindível para o convívio em sociedade o conhecimento e a prática
consciente de tais valores. Relacionamos um conjunto de atividades baseadas na
sensibilização, reflexão e ação nos planos pessoal e coletivo, perpassando
pelos âmbitos cognitivo, afetivo, simbólico, cultural e político-social e por
uma metodologia fundamentada no saber acumulado culturalmente pela comunidade,
com atividades que trabalhem a criatividade e a imaginação.
TRABALHANDO
A PAZ
Atividades que aos
alunos e as alunas podem realizar em sala de aula. Pedir que façam silêncio,
procurando ficar quietos e respirando fundo e devagar. Em seguida, perguntaremos:
Qual é a sensação de ficar quieto, de estar em silêncio? Se a paz fosse uma
cor, qual seria? Então, colocamos à disposição dos alunos e das alunas tinta
para dedo e pediremos para pintar a paz.
CRONOGRAMA:
2º
Trimestre: Amizade – convivência – combinados – solidariedade
– partilha - respeito cooperação –
gentileza – união.
domingo, 3 de junho de 2018
Para ser Coordenador
Pedagógico tem que fazer o Curso de Pedagogia. O curso de pedagogia é ofertado
em Universidade Publica e Particulares como também na modalidade a distancia.
Então vamos conhecer um
pouco da Ciência que dá direito ao profissional depois que termina o curso
possa exercer o carco de Coordenador Pedagógico.
Pedagogia é uma ciência
ou disciplina do ensino que começou a se desenvolver no século XIX. A pedagogia
estuda diversos temas relacionados à educação, tanto no aspecto teórico quanto
no prático.
Objetivo
A pedagogia tem como
objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos,
através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência
social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as
normas educacionais do país.
Então vejamos o que
falam sobre a Pedagogia.
O
primeiro passo para entendermos o que é pedagogia inclui uma revisão
terminológica. Precisamos localizar o termo “pedagogia”, e ver o que cai sobre
sua delimitação e o que escapa de sua alçada. Para tal, a melhor maneira de
agir é comparar o termo “pedagogia” com outros três termos que, em geral, são
tomados – erradamente – como seus sinônimos: “filosofia da educação”,
“didática” e “educação”.
POR
ONDE COMEÇAR A ENSINAR A LER E A ESCREVER?
Aprender
a ler e a escrever não é um processo natural como o de aprender a falar.
Trata-se de uma tarefa complexa, que envolve competências cognitivas,
psicolinguísticas, perceptivas, espácio-temporais, grafomotoras e
afectivo-emocionais.
Para
a identificação do princípio alfabético a criança deve reconhecer a relação
som-letra e ser capaz de analisar, refletir, sintetizar as unidades que compõem
as palavras faladas (Tunmer, Pratt, Herriman, 1984).
As
crianças de um modo geral recorrem à oralidade para fazer várias hipóteses
sobre a escrita, mas usam também a escrita, dinamicamente, para construir uma
análise da própria fala (Abaurre, 1988, p. 140)
Crianças
com dificuldades em consciência fonológica geralmente apresentam atraso na
aquisição da leitura e escrita, e procedimentos para desenvolver a consciência
fonológica podem ajudar as crianças com dificuldades na escrita a superá-los
(Capovilla e Capovilla, 2000).
A
aquisição da escrita exige que o indivíduo reflita sobre a fala, estabeleça
relações entre os sons da fala e sua representação na forma gráfica:
CONSCIÊNCIA
FONOLÓGICA
Denomina-se
consciência fonológica a habilidade metalingüística de tomada de consciência
das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois
níveis:
A
consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas,
ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras, as palavras em sílabas e as
sílabas em fonemas.
A
consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas.
(Byrne e Fielding-Barnsley, 1989).
Para
aprender a ler e escrever, o indivíduo necessita entender a relação
estabelecida entre fala e escrita e conhecer o sistema de regras da escrita.
Início
da alfabetização
Descoberta
do Princípio Alfabético
Relação
fonemas (sons) / grafemas (letras)
A
consciência fonológica, ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da
linguagem, desenvolve-se nas crianças ouvintes no contato destas com a
linguagem oral de sua comunidade. É na relação dela com diferentes formas de
expressão oral que essa habilidade metalinguística desenvolve-se, desde que a
criança se vê imersa no mundo lingüístico.
Diferentes
formas linguísticas a que qualquer criança é exposta dentro de uma cultura vão
formando sua consciência fonológica, entre elas destacamos as músicas, cantigas
de roda, poesias, parlendas, jogos orais, e a fala, propriamente dita.
As
sub-habilidades da consciência fonológica são:
Consciência
de palavras
Rimas
e aliterações
Consciência
silábica
Consciência
fonêmica
CONSCIÊNCIA
DE PALAVRAS
Também
chamada de consciência sintática, representa a capacidade de segmentar a frase
em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa
seqüência que dê sentido. Esta habilidade tem influência mais precisa na
produção de textos e não no processo inicial de aquisição de escrita. Ela
permite focalizar as palavras enquanto categorias gramaticais e sua posição na
frase. Além disso, ordenar corretamente uma oração ouvida com as palavras
desordenadas também é uma capacidade que depende desta habilidade.
Déficit
nesta habilidade pode levar “a erros na escrita” do tipo aglutinações de
palavras e separações inadequadas.
Retirado
da internete. www. http://alfabetizacaotempocerto.comunidades.net/atividades.
A
importância da Educação Infantil
O mundo todo se
desperta para a importância da educação infantil. Até pouco tempo atrás esse
ensino era tido como de menor importância.
Hoje, sabemos que a
estimulação precoce das crianças contribui e muito para o seu aprendizado
futuro. Desenvolve suas capacidades motoras, afetivas e de relacionamento
social. O contato das crianças com os educadores transforma-se em relações de
aprendizado.
Uma outra concepção é o
desenvolvimento da autonomia, considerando, no processo de aprendizagem, que a
criança tem interesses e desejos próprios e que é um ser capaz de interferir no
meio em que vive. Entender a função de brincar no processo educativo é conduzir
a criança, ludicamente, para suas descobertas cognitivas, afetivas, de relação
interpessoal, de inserção social. A brincadeira leva a criança ao conhecimento
da língua oral, escrita, e da matemática.
Acompanhando a
implantação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o
Ministério da Educação (MEC), com o objetivo de assessorar as escolas, elaborou
referenciais para um ensino de qualidade da educação básica, os chamados
Parâmetros Curriculares Nacionais.
Os Parâmetros não têm caráter
obrigatório e servem de orientação às escolas públicas e particulares. Os
Parâmetros, assessorando a competência profissional, contribuem para a
elaboração de currículos de melhor nível, mais ajustados à realidade do ensino.
Os “Parâmetros Curriculares
Nacionais do Ensino Infantil” propõem critérios curriculares para o aprendizado
em creche e pré-escola. Buscam a uniformização da qualidade desse atendimento.
Os Parâmetros indicam as capacidades a serem desenvolvidas pelas crianças: de
ordem física, cognitiva, ética, estética, afetiva, de relação interpessoal, de
inserção social e fornecem os campos de ação. Nesses campos são especificados o
conhecimento de si e do outro, o brincar, o movimento, a língua oral e escrita,
a matemática, as artes visuais, a música e o conhecimento do mundo, ressaltando
a construção da cidadania.
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