domingo, 8 de julho de 2018



PROJETO VALORES E AMIZADE NA ESCOLA E FORA DELA.

JUSTIFICATIVA:                                                                                                    
A escola é um espaço social privilegiado na construção do conhecimento humano. Não há como crescer no cognitivo se não houver a relação entre as pessoas. É na relação que os valores tornam-se relevantes.
Desde a educação infantil os verdadeiros valores precisam ser abordados, no sentido da construção da personalidade da criança. Toda pessoa está em processo de constante aprendizagem.
Nessa fase a criança recebe uma bagagem de conhecimento que a levará para a vida com segurança.
Os valores se constroem no convívio com o outro, nas ações do dia a dia e nós educadores precisamos assumir esse compromisso planejando atividades para refletir junto às crianças, sobre o comportamento humano, agindo em prol do bem comum, descobrindo a amizade, o respeito e a partilha.
OBJETIVO GERAL:
Ø  Oportunizar a criança, através de ações diárias, situações que o levem a desenvolver relações de amizade, para a construção do respeito, partilha e coleguismo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Ø  Oportunizar a criança diferentes situações lúdicas, para que através da convivência em grupo possa desenvolver a sociabilidade, autonomia, cooperação, respeito e solidariedade.
Ø  Incentivar a criança a expressar seus pontos de vista com clareza.
Ø  Oportunizar a criança hábitos de colaboração, de partilha e respeito ao outro.
Ø  Estimular atitudes de respeito pelo “Eu” e pelo “Outro” e pelo meio ambiente, a fim de estabelecer uma relação harmônica na vida.
Ø  Oportunizar dinâmicas que possibilite a criança valorizar e participar de brincadeiras, demonstrando atitudes de amizade, cooperação e respeito, visando o bem estar do grupo.
Ø  Transmitir valores como autoestima, paz, respeito às diferenças, amor ao próximo, amizade e solidariedade, visando contribuir na formação do caráter da criança.
Ø  Compromissar-se com a missão da escola.
Ø  Conhecer e vivenciar os valores estabelecidos na proposta pedagógica.
Ø  Propiciar o desenvolvimento de valores indispensáveis à formação humana.
Ø  Intensificar o trabalho de valores, consciente do papel social da escola, oportunizando as reflexões e atitudes que visem o bem estar da criança.
Ø  Compreender a necessidade de conviver com as pessoas, adotando atitudes de respeito.
Ø  Melhorar o comportamento na sala de aula, criando regras de convivência e dinâmicas que possibilitem a boa interação entre as crianças.

ESTRATÉGIAS:

Ø  Conversas, relato de experiências – ajuda ao outro.
Ø  Literaturas sobre o tema – fábulas.
Ø  Notícias de jornal ou TV, textos informativos.
Ø  Dinâmicas, dramatizações, historias, registros através de desenhos.
Ø  Montagem de livrinhos.
CONTEUDOS CONCEITUAIS:
Ø  Pensar sobre o que significa colaborar com as pessoas.
Ø  Perceber hábitos importantes da vida cotidiana, que vão ajuda-lo a ser uma pessoa agradável com os outros.
Ø  Convidar a criança a pensar sobre a importância de estar sempre atento.
Ø  Fazer com que a criança assuma responsabilidades, sem ter medo , fazendo-a pensar sobre o que significa ser honesto.
Ø  Fazer com que a criança preste atenção nas regras de convivência, fazendo-a pensar sobre o respeito que você tem pelos outros e por si mesmo.
DESENVOLVIMENTO
A metodologia foi construída a partir da constatação de que valores como respeito, honestidade, humildade, tolerância, simplicidade, cooperação e outros foram deixados de lado pela família e pela sociedade atual, não fazendo mais parte do cotidiano das crianças.
Projetos que visem a discutir e apresentar esses valores às crianças da Educação Infantil, de maneira compreensível, pode ajudar a minimizar as manifestações de preconceito e desigualdade, alargando a visão de mundo dos elementos do grupo.
Por isso, consideramos imprescindível para o convívio em sociedade o conhecimento e a prática consciente de tais valores. Relacionamos um conjunto de atividades baseadas na sensibilização, reflexão e ação nos planos pessoal e coletivo, perpassando pelos âmbitos cognitivo, afetivo, simbólico, cultural e político-social e por uma metodologia fundamentada no saber acumulado culturalmente pela comunidade, com atividades que trabalhem a criatividade e a imaginação.


TRABALHANDO A PAZ
Atividades que aos alunos e as alunas podem realizar em sala de aula. Pedir que façam silêncio, procurando ficar quietos e respirando fundo e devagar. Em seguida, perguntaremos: Qual é a sensação de ficar quieto, de estar em silêncio? Se a paz fosse uma cor, qual seria? Então, colocamos à disposição dos alunos e das alunas tinta para dedo e pediremos para pintar a paz.
CRONOGRAMA:
2º Trimestre: Amizade – convivência – combinados – solidariedade – partilha - respeito  cooperação – gentileza – união.

 Adaptado da internet




domingo, 3 de junho de 2018


Para ser Coordenador Pedagógico tem que fazer o Curso de Pedagogia. O curso de pedagogia é ofertado em Universidade Publica e Particulares como também na modalidade a distancia.
Então vamos conhecer um pouco da Ciência que dá direito ao profissional depois que termina o curso possa exercer o carco de Coordenador Pedagógico.
Pedagogia é uma ciência ou disciplina do ensino que começou a se desenvolver no século XIX. A pedagogia estuda diversos temas relacionados à educação, tanto no aspecto teórico quanto no prático.
Objetivo
A pedagogia tem como objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos, através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as normas educacionais do país.
Então vejamos o que falam sobre a Pedagogia.
O primeiro passo para entendermos o que é pedagogia inclui uma revisão terminológica. Precisamos localizar o termo “pedagogia”, e ver o que cai sobre sua delimitação e o que escapa de sua alçada. Para tal, a melhor maneira de agir é comparar o termo “pedagogia” com outros três termos que, em geral, são tomados – erradamente – como seus sinônimos: “filosofia da educação”, “didática” e “educação”. 


POR ONDE COMEÇAR A ENSINAR A LER E A ESCREVER?
Aprender a ler e a escrever não é um processo natural como o de aprender a falar. Trata-se de uma tarefa complexa, que envolve competências cognitivas, psicolinguísticas, perceptivas, espácio-temporais, grafomotoras e afectivo-emocionais.
Para a identificação do princípio alfabético a criança deve reconhecer a relação som-letra e ser capaz de analisar, refletir, sintetizar as unidades que compõem as palavras faladas (Tunmer, Pratt, Herriman, 1984).
As crianças de um modo geral recorrem à oralidade para fazer várias hipóteses sobre a escrita, mas usam também a escrita, dinamicamente, para construir uma análise da própria fala (Abaurre, 1988, p. 140)
Crianças com dificuldades em consciência fonológica geralmente apresentam atraso na aquisição da leitura e escrita, e procedimentos para desenvolver a consciência fonológica podem ajudar as crianças com dificuldades na escrita a superá-los (Capovilla e Capovilla, 2000).
A aquisição da escrita exige que o indivíduo reflita sobre a fala, estabeleça relações entre os sons da fala e sua representação na forma gráfica:
CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
Denomina-se consciência fonológica a habilidade metalingüística de tomada de consciência das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois níveis:
A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras, as palavras em sílabas e as sílabas em fonemas.
A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas. (Byrne e Fielding-Barnsley, 1989).
Para aprender a ler e escrever, o indivíduo necessita entender a relação estabelecida entre fala e escrita e conhecer o sistema de regras da escrita.
Início da alfabetização
Descoberta do Princípio Alfabético
Relação fonemas (sons) / grafemas (letras)
A consciência fonológica, ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem, desenvolve-se nas crianças ouvintes no contato destas com a linguagem oral de sua comunidade. É na relação dela com diferentes formas de expressão oral que essa habilidade metalinguística desenvolve-se, desde que a criança se vê imersa no mundo lingüístico.
Diferentes formas linguísticas a que qualquer criança é exposta dentro de uma cultura vão formando sua consciência fonológica, entre elas destacamos as músicas, cantigas de roda, poesias, parlendas, jogos orais, e a fala, propriamente dita.
As sub-habilidades da consciência fonológica são:
Consciência de palavras
Rimas e aliterações
Consciência silábica
Consciência fonêmica
CONSCIÊNCIA DE PALAVRAS
Também chamada de consciência sintática, representa a capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa seqüência que dê sentido. Esta habilidade tem influência mais precisa na produção de textos e não no processo inicial de aquisição de escrita. Ela permite focalizar as palavras enquanto categorias gramaticais e sua posição na frase. Além disso, ordenar corretamente uma oração ouvida com as palavras desordenadas também é uma capacidade que depende desta habilidade.
Déficit nesta habilidade pode levar “a erros na escrita” do tipo aglutinações de palavras e separações inadequadas.