domingo, 29 de abril de 2018


3 dicas para lidar de forma positiva com os conflitos escolares
A escola é um espaço de socialização por excelência, que possibilita a crianças e adolescentes o encontro com um universo diverso do ambiente familiar. Justamente pela diversidade de estilos, culturas e valores a escola também se caracteriza como um espaço de conflitos. Aprender a lidar com eles de forma positiva é essencial para o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis e de um ambiente escolar sustentável.
O senso comum nos leva a perceber o conflito como sinônimo de problema, afinal, ele incomoda e desestabiliza relacionamentos.  Contudo, os conflitos em si não são bons ou ruins, apenas naturais da condição humana. Percebemos o mundo de uma forma única e por isso temos divergências quanto às nossas ideias e opiniões. Quanto maior a diversidade, mais conflitos existirão – e isso é normal.
A questão é: como lidamos com os conflitos?

TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO
Maria Ciavatta
Princípios são leis ou fundamentos gerais de uma determinada racionalidade, dos quais derivam leis ou questões mais específicas. No caso do trabalho como princípio educativo, a afirmação remete à relação entre o trabalho e a educação, no qual se afirma o caráter formativo do trabalho e da educação como ação humanizadora por meio do desenvolvimento de todas as potencialidades do ser humano. Seu campo específico de discussão teórica é o materialismo histórico em que se parte do trabalho como produtor dos meios de vida, tanto nos aspectos materiais como culturais, ou seja, de conhecimento, de criação material e simbólica, e de formas de sociabilidade (Marx, 1979).
Além dessa questão mais geral, há de se considerar o trabalho na sociedade moderna e contemporânea onde a produção dos meios de existência se faz dentro do sistema capitalista. Esse se mantém e se reproduz pela apropriação privada de um tempo de trabalho do trabalhador que vende sua força de trabalho ao empresário ou empregador, o detentor dos meios de produção. O salário ou remuneração recebida pelo trabalhador não contempla o tempo de trabalho excedente ao valor contratado que é apropriado pelo dono do capital.

ROTEIRO COMENTADO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DE AULA

Escola Municipal ....
Professora:________________________________________________________________
Série:______             Turma: ______             Turno: Tarde            Data: ___/___/2007
Aluno-estagiário:  _______________________________________________  Nº _________

ÁREAS DO CONHECIMENTO:
Verifique qual ou quais áreas do conhecimento (eixos) será trabalhado em sua aula.

CONTEÚDO/ASSUNTO:
Cite o tema da aula a ser desenvolvido de forma interdisciplinar.

OBJETIVOS:
É a descrição clara do que se pretende alcançar como resultado da nossa atividade. Os objetivos nascem da própria situação: da comunidade, da família, da escola, da disciplina, do professor e principalmente do aluno. Os objetivos, portanto, são sempre do aluno e para o aluno.
Os objetivos específicos são proposições referentes às mudanças comportamentais esperadas para um determinado grupo-classe.
Para manter a coerência interna do trabalho de uma escola, o primeiro cuidado será o de selecionar os objetivos específicos que tenham correspondência com os objetivos gerais das áreas de estudo que, por sua vez, devem estar coerentes com os objetivos educacionais do planejamento de currículo. E os objetivos educacionais, conseqüentemente, devem estar coerentes com a linha de pensamento da entidade à qual o plano se destina.
Dicas:
Partindo dos conteúdos, redigirá os objetivos específicos, ou seja, os resultados a obter do processo de construção de conhecimentos, conceitos, habilidades.
Na redação, o professor transformará tópicos das unidades numa proposição (afirmação) que expresse o resultado esperado e que deve ser atingido por todos os alunos ao término daquela aula.
Os resultados são conhecimentos (conceitos, fatos, princípios, teorias, interpretações, idéias organizadas, etc.) e habilidades (o que deve aprender para desenvolver suas capacidades intelectuais, motoras, afetivas, artísticas, etc.)
Na redação dos objetivos específicos, o professor deve indicar também as atitudes e convicções em relação à matéria, ao estudo, ao relacionamento humano, à realidade social (atitude científica, consciência crítica, responsabilidade, solidariedade, etc.)
Devem ser redigidos com clareza, ser realistas, corresponder à capacidade de assimilação dos alunos, conforme seu nível de desenvolvimento mental e sua idade. Consulte a lista de verbos e a taxionomia de Bloom para facilitar a redação dos objetivos. Uma aula deve ter vários níveis de aprendizagem, desde conceitos mais elementares aos mais elaborados, tendo em vista a prática social.